Como funciona
Uma consulta escrita numa linha só, copiada de um log ou gerada por um ORM, é difícil de ler e de revisar num pull request. Esta ferramenta a formata: cada cláusula (SELECT, FROM, WHERE, GROUP BY…) ganha sua linha, colunas e condições são indentadas e várias instruções ficam separadas por uma linha em branco.
Escolha o dialeto do seu banco: PostgreSQL, MySQL, MariaDB, SQLite, SQL Server, Oracle PL/SQL, BigQuery, Snowflake, Redshift, Spark, Trino, DuckDB ou ClickHouse. Assim a sintaxe própria, as funções e a forma de citar identificadores são reconhecidas. Em Palavras-chave você define MAIÚSCULAS, minúsculas ou como estão; a indentação pode ser de 2 ou 4 espaços.
Se a consulta tiver um erro de sintaxe, como aspas sem fechar ou um parêntese a mais, você vê a mensagem com linha e coluna. Muitas vezes o problema é o dialeto: uma consulta válida no PostgreSQL pode não ser válida no SQL padrão.
É útil para revisar consultas lentas, documentar migrações, preparar exemplos para um README ou entender o que o ORM gera. Tudo roda no seu navegador.
Exemplos
Consulta numa linha só
select id, nome from usuarios where ativo = true order by id
SELECT id, nome FROM usuarios WHERE ativo = TRUE ORDER BY id
Várias instruções em minúsculas
SELECT 1; SELECT 2;
select 1; select 2;
Perguntas frequentes
Por que o dialeto importa?
Cada banco tem sua própria sintaxe: crases no MySQL, colchetes no SQL Server, operadores como :: ou ->> no PostgreSQL. Escolher o dialeto certo evita erros e preserva essas construções.
O resultado da consulta muda?
Não. Só mudam os espaços, as quebras de linha e, se você pedir, a caixa das palavras-chave. Nomes de tabelas e colunas e textos entre aspas ficam intactos.
A ferramenta valida a consulta?
Em parte: ela detecta erros de sintaxe como aspas ou parênteses sem fechar, mas não verifica se as tabelas ou colunas existem.
Posso colar consultas com dados de produção?
Sim. A formatação acontece no navegador com a biblioteca sql-formatter e a consulta não é enviada para nenhum servidor.