← Início

Web e números

Códigos e cabeçalhos HTTP

Referência pesquisável de códigos de status HTTP (200, 301, 404, 429, 503…) e dos cabeçalhos mais usados.

Como funciona

Toda resposta HTTP traz um código de status de três dígitos que resume o que aconteceu e um conjunto de cabeçalhos com metadados: tipo de conteúdo, cache, cookies, CORS ou segurança. Esta referência reúne os códigos registrados e os cabeçalhos mais usados, com uma explicação curta no seu idioma.

Em Códigos de status você pode digitar um número exato (404), um prefixo (5 mostra todos os erros de servidor) ou uma palavra (redirecionamento, limite). Cada código mostra o nome oficial, a RFC que o define e para que é usado. A cor indica a família: verde para sucesso, amarelo para erros do cliente e vermelho para erros do servidor.

Em Cabeçalhos você busca por nome ou por tema: cache, cors, cookie, segurança. Você vê se o cabeçalho vai na requisição, na resposta ou em ambas, e o que ele controla.

Serve para escolher o código certo ao projetar uma API, entender um erro nos logs ou lembrar o que Vary ou Retry-After faziam. Para analisar os cabeçalhos reais de uma resposta, use o analisador de cabeçalhos HTTP.

Exemplos

Buscar por código

Entrada
429
Resultado
429  Too Many Requests · RFC 6585
     Limite de taxa excedido; veja Retry-After.

Buscar cabeçalhos por tema

Entrada
cors
Resultado
Access-Control-Allow-Credentials  Resposta  CORS: permite enviar cookies ou credenciais.
Access-Control-Allow-Headers      Resposta  CORS: cabeçalhos permitidos na requisição real.
Access-Control-Allow-Methods      Resposta  CORS: métodos permitidos na requisição real.
Access-Control-Allow-Origin       Resposta  CORS: origens que podem ler a resposta.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre 401 e 403?

401 significa que falta autenticação ou que as credenciais são inválidas. 403 significa que o servidor sabe quem você é, mas você não tem permissão para esse recurso.

Redireciono com 301, 302, 307 ou 308?

301 e 308 são permanentes; 302 e 307 são temporários. 307 e 308 mantêm o método e o corpo, então um POST continua POST. Para APIs, prefira 307 e 308.

Quando devolver 400 e quando 422?

400 quando a requisição está malformada, por exemplo com um JSON quebrado. 422 quando a sintaxe está certa mas os dados não passam na validação, como um e-mail inválido.

De onde vêm os textos?

Os nomes e os números de RFC vêm das especificações do IETF, principalmente a RFC 9110. As descrições são um resumo prático.